No Ritmo do Amor - Brittainy C. Cherry - Music Street #01

Editora: Record
Páginas:336
Classificação: 

Sinopse: A linda e encantadora Jasmine Greene nasceu para brilhar. Cantora nata, ela cresceu sabendo que tinha vindo ao mundo para ser famosa, pois sua mãe — uma artista frustrada que concentrava na filha todas as suas expectativas — não a deixava se esquecer disso um minuto sequer. A vida da jovem de 16 anos se resume a estúdios, aulas de dança e canto e a inúmeros testes para ser o grande nome da música pop. Ela não tem tempo nem de ir à escola, é educada em casa e sofre com a rotina atribulada. Para Jasmine, o pior de tudo é não poder cantar soul, sua paixão.Mas ela não reclama, porque, na verdade, seu maior sonho é fazer com que a mãe tenha orgulho dela. Elliott Adams é uma alma atormentada. Para ele, cada dia é uma batalha a ser vencida. O rapaz tímido, humilde e franzino sofre bullying na escola por causa de sua aparência e por ser gago. Mas ele é mais forte do que imagina e encontrou em seu saxofone uma válvula de escape. Tira todas as suas forças dos acordes de Duke Ellington, Charlie Parker e Ella Fitzgerald, seus maiores ídolos. Quando Jasmine finalmente consegue a permissão da mãe para frequentar a escola pela primeira vez na vida, sente que ganhou na loteria. Adora estar cercada de pessoas da sua idade, que vivem os mesmos dilemas e questionamentos... ela só odeia ver o garoto mais encantador que já conheceu na vida sofrer na mão dos valentões e fará tudo o que estiver ao seu alcance para mostrar a Elliott que ele não está sozinho. Aos poucos, esses dois jovens sofredores irão descobrir que têm muito mais em comum do que o amor pela música. Mas será que vão superar as reviravoltas que o destino preparou para eles?

Engano Irresistível - Vi Keeland

Editora: Universo dos Livros
Páginas:336
Classificação:
Sinopse: A  primeira vez que vi Caine West foi em um bar. Ele notou que eu o estava encarando e deduziu que fosse um flerte. Quando veio falar comigo, coloquei-o na linha, exasperando tudo o que eu pensava sobre ele ser um mentiroso, traidor e egocêntrico.Sabe, aquele delicioso canalha havia levado minha amiga para jantar; depois, foram para cama e ele nem sequer mencionou que era casado. Por isso, merecia cada xingamento que saía da minha boca. Quando terminei, um sorriso preguiçoso se expandiu em seu rosto perfeito em resposta ao meu sermão. Só então percebi que o homem para o qual eu vociferava impropérios não era o cara certo. Ops. Lindo engano.Com vergonha, saí sem me desculpar e achei que nunca mais veria o estranho bonitão na vida, certo? Foi o que pensei... Até chegar à aula na manhã seguinte... Olá, professor West, sou sua nova assistente. Trabalharei diretamente abaixo de você... no sentido figurado. Embora trabalhar debaixo do professor West não fosse uma má ideia...

Hotel Transilvânia 3 (2018)

 E chega ao cinemas a sequência da historia de uma família muito, mas muito especial!

A diversidade atualmente tem ganhado os holofotes da grande mídia, finalmente, temos  protagonismo e poder de fala em diferentes segmentos da sociedade, e no cinema não tem sido diferente.

Hotel Transilvânia 3 acompanha mais uma vez Conde Drácula e sua família, mas o nosso protagonista se encontra solitário e em busca de um novo amor, paralelamente acompanhamos a rivalidade do mesmo com a família Van Helsing. Com diversas piadas e brincadeiras a respeito do nosso protagonista tentando ser atual, como tentativas de uso de celular e Tinder na sua jornada pessoal em busca de um novo amor, o filme acerta na maioria de suas piadas, se aproveitando muito bem da situação ridícula de vermos um vampiro no Tinder.

Com a chega do segundo ato do filme, o mesmo se torna muito mais interessante, somos apresentados a Ericka, personagem que tomará grande parte do filme do segundo ato em diante, tornando a dinâmica muito mais interessante, já que mesmo sendo uma humana, tem visões e objetivos diferentes dos "monstros" que acompanhamos como elenco principal. Sua personagem é complexa, intrigante e é um grande acerto do roteiro, ao colocá-la como grande destaque do filme, trazendo novos elementos e discussões a respeito da “monstruosidade” dos personagens principais em paralelo ao que temos como “normal”, nos seres humanos, afinal, o que é ser um monstro? É ser mal? Ou ser apenas diferente?

O terceiro ato nos reserva diversas surpresas, muita ação e muita música! Tudo que desejamos em boas produções de animação atualmente, apesar de o roteiro não ter a profundidade de alguns filmes da Pixar, aqui encontramos conteúdo suficiente para termos uma lição no final, algo muito bem transmitido em seus emocionantes, e eletrizantes, minutos finais.

Com discussões mais relevantes para os dias de hoje, um ode à diversidade e aceitação, Hotel Transilvânia 3 é um filme divertidíssimo de acompanhar do começo ao fim, seja para as crianças ou adultos, já que rir e sorrir nunca faz mal, e aprender que ser diferente não é problema algum, e que um amor não possui barreiras!

Arranha-Céu: Coragem sem limites (2018) | Crítica

Não, não é um filme sobre a música de Demi Lovato

Coloque Dwayne "The Rock" Johnson em um filme de ação, acrescente explosões, fogo por todo lado, homens fortemente armados atirando em todas as direções em uma corrida contra o tempo para salvar sua família e acabar com vilão e você terá uma fórmula genérica de tantos outros filmes do ator. Entretanto, Arranha-Céu: Coragem sem limites tem um diferencial que os outros não tem, uma perna a menos; sem contar um ambiente super-tecnológico.


Desta vez, Dwayne interpreta um ex-agente do FBI, líder em de operações de resgate, que após uma missão falha acaba se ferindo gravemente, levando-o a perdendo uma das pernas, obrigando-o a usar prótese. Impossibilitado de voltar ao trabalho, Will Sawyer  (Dwayne Johnson) é obrigado a se afastar do FBI e abre sua própria empresa de segurança. Nessa nova jornada, o ex-agente é contratado como chefe de segurança de um arranha-céu recém-lançado em Hong Kong, o maior e mais tecnológico edifício do mundo, o Pérola, com um total de apenas 220 andares, onde Will passa a viver com sua mulher Sarah Sawyer (Neve Campbell) e seus filhos gêmeos, Georgea (McKenna Roberts) e Henry (Noah Cottrell). Logo no inicio da trama, um grupo de mafiosos incendeia um dos andares do prédio e a partir daqui todos os outros acontecimentos se desenrolam. 

Poderia ser a nova sede dos Vingadores? Talvez

O filme é cheio de altos e baixos. O primeiro fator a chamar atenção é que o diretor não poupou tempo de ação em tela, já que toda a história necessária (ou não) para os acontecimentos dentro do Pérola acontecem nos primeiro 30 minutos de filme, deixando mais uma hora de ação, que vai até o último minuto do filme (literalmente). Os fãs de ação vão ficar maravilhados com as cenas de luta e como uma pessoa com uma perna de prótese pode ser capaz de lutar tão bem. 

É justamente aí que entra um dos pontos negativos do filme. O fato de Will ter perdido uma perna em uma missão é muito aproveitado durante filme, mas isso só aparece em momentos oportunos. Por exemplo, Will consegue fugir da polícia correndo e até rouba a moto de policial. Ainda que as próteses tenham evoluído muito nos último anos, é necessário uma moto adaptada para este tipo de situação. Outro momento que deixa a desejar é o que está em uma das imagens já liberadas do filme, o salto do guindaste para o arranha-céu (que inclusive lembra muito um cena de outro filme famoso com o The Rock já conhecida de todos e criticada por todos pelo seus excessos).

Precisa dizer qual é o filme famoso?

Outro ponto que deixa o filme a desejar são as motivações dos vilões, para que um filme agrade ao público não basta apenas ter um protagonista carismático, quem assiste precisa entender o vilão e suas motivações para que chegar àquele ponto (não é a toa que a Disney está transformando suas vilãs em heroínas, funcionou com Malévola e está funcionando com a Mal de Descendentes), e infelizmente não é exatamente o que vemos no filme, motivações rasas e quase sem fundamento.

E só para não dizerem depois, #SemRepresentatividade . Para um filme que se passa em Hong Kong e envolve a mafia chinesa, somente 3 ou 4 atores do elenco principal tem características asiáticas, só são vistos asiáticos quando mostra uma enorme plateia que está assistindo tudo que acontece no Pérola do lado de fora. Em um período de transição como este, porquê colocar tantos atores ocidentais em um filme que se passa no oriente? Como diz a nova campanha do Netflix "Este não é um momento. Isso é um movimento". 

O filme segue fielmente o gênero ação, não fugindo em praticamente nenhum momento do seu foco, por isso, não espere romance ou qualquer tom de comédia durante o filme. Assim, o filme cumpre com seu papel de deixar o espectador na ansiedade e aflito com os próximos atos, com cenas que nos fazem suspirar de tensão e medo.


A magia do inverno - Tahereh Mafi

Editora: Universo dos Livros
Páginas: 288
Classificação: 

Embarque em uma incrível jornada pela terra de Whichwood nessa impressionante continuação do aclamado best-seller Além da Magia, de Tahereh Mafi! Nossa história começa em uma noite congelante…Laylee mal consegue se lembrar dos tempos felizes antes de sua mãe morrer. Antes de seu pai, levado pela dor, perder o juízo (e o caminho), e ela ser abandonada como a única mordeshoor restante na cidade de Whichwood, destinada a passar seus dias esfregando a pele e a alma dos defuntos nos preparativos para suas vidas após a morte. Ficou fácil esquecer e ainda mais fácil ignorar não apenas sua crescente solidão, mas a forma como suas mãos exaustas, assim como seus cabelos, estão se enrijecendo e se tornando acinzentados. No entanto, alguns estranhos conhecidos irão aparecer e o mundo de Laylee irá virar de ponta-cabeça enquanto ela redescobre a magia, a cor e o poder de cura da amizade.Exuberante e encantadora, a aclamada TaherehMafi tece uma nova aventura mágica neste mundo persa fantasiosamente sombrio, trazendo ao público novamente Alice Queensmeadow e Oliver Newbanks, protagonistas de Além da magia. 

A magia do inverno é o segundo livro da série Futhermore da autora Tahereh Mafi publicado pela Universo dos Livros. Se você não leu o primeiro da série, assim como eu, não tem problema. Temos algumas referências e personagens do primeiro livro, mas como são livros independentes, a autora tem o cuidado de se antecipar diante de possíveis perguntas e já vai explicando tudo no decorrer da história.
Mas vamos ao que interessa! Laylee é uma menina de 13 anos que mora sozinha após a morte da mãe e o pai ter perdido parte da consciência diante do sofrimento em um castelo no reino de Whichwood. Sozinha, sem apoio de ninguém, se viu obrigada a dar continuidade ao trabalho da família, que era cuidar dos mortos.
A magia que corria em suas veias a tornava por sangue uma mordeshoor e, quando os mortos eram entregues à sua porta, não lhe restava escolha senão acrescentá-los à pilha.
Só que todo esse processo com diversos corpos para uma garota de 13 anos cuidar sozinha teve um custo e um custo alto. Vivendo apenas em função de seu trabalho, sem muitas vezes se alimentar e dormir direito, e sem remuneração adequadamente de forma que ela conseguisse bancar gastos básicos, Laylee estava morrendo.
Tinha sido difícil o bastante ver seus olhos se transformarem, e ainda mais devastador quando seus cabelos também começaram a mudar de cor, mas isso – isso de fato era terrível. Laylee não tinha como saber o nível de danos que havia infligido a seu próprio corpo, mas sabia o suficiente para entender uma coisa: estava irrevogavelmente doente, de dentro para fora, e não tinha ideia do que fazer.
Neste momento temos a interferência dos personagens do primeiro livro, Alice e Oliver. Alice, após participar de uma cerimônia mágica chamada Entrega no reino de Ferenwood recebe o desafio de ajudar alguém. Esse alguém é Laylee. E Oliver, sendo muito amigo de Alice, resolve ajudá-la nessa empreitada.
O livro tem um início um pouco arrastado e confesso que foi difícil ter paciência para ler os detalhes que a Tahereh queria mostrar, mas no final foi muito importante pra história. A personagem principal tem um desenvolvimento belíssimo de acompanhar. Vemos uma menina totalmente desacreditada da vida no meio de tanta tristeza, morte e solidão desabrochar para uma pessoa completamente diferente quando recebe atenção, apoio e acima de tudo, a certeza de que tem alguém para contar. 
Diferente do primeiro livro em que Brunninha disse aqui que tinha sentido falta de uma conclusão, nesse a sensação foi de que ela não deixou nenhuma ponta solta e ainda deu uma espécie de "spoiler" do futuro bem antes do final do livro, então fiquem atentos a história. 
Pra quem gosta desse tipo de história, fica a dica!