The Camelot Betrayl - Kiersten White

 

Editora: Random House Children's

Páginas 376

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Sinopse: TUDO É COMO DEVE SER EM CAMELOT: O Rei Arthur está expandindo a influência de seu reino com a Rainha Guinevere ao seu lado. No entanto, todas as noites, sonhos de escuridão e poder desconhecido a atormentam.Guinevere pode ter aceitado seu papel, mas ela ainda não consegue encontrar um lugar para si mesma em tudo isso. Quanto mais perto ela chega das pessoas ao seu redor - Brangien, ansiando por seu amor perdido, Isolde; Lancelot, lutando para provar seu valor como cavaleiro da Rainha; e Arthur, tudo para todos e, portanto, nunca o suficiente para Guinevere - mais ela percebe como está vazia. Ela não tem noção de quem ela realmente era antes de ser Guinevere. Quanto mais ela tenta se reivindicar como rainha, mais ela se pergunta se Mordred estava certo: ela não pertence. Ela nunca vai.Quando um resgate dá errado e resulta na morte de algo precioso, a devastada Guinevere retorna a Camelot para descobrir que a maior ameaça já chegou. Não na forma da Rainha Negra ou de um exército invasor, mas na forma da irmã mais nova da verdadeira Guinevere. Seu engano chegou ao fim? E quem ela está realmente enganando - Camelot ou ela mesma?


 
Em The Camelot Bretrayal , Kiersten White continua nos encantando com sua releitura da lenda Athuriana, mas não se engane: é o segundo livro da trilogia. Teremos respostas de muitas perguntas que ficaram abertas no primeiro livro, mas se prepare para mais um final arrebatador que vai te deixar com gosto de quero mais. 

Como já conhecemos os personagens principais e o cenário, temos mais aventuras, seremos apresentados a novos personagens e finalmente vemos alguns relacionamentos se estabelecendo de verdade. No primeiro livro Guinevere esteve ao lado de Arthur por obrigação e aqui finalmente conseguimos ver os dois realmente criando laços, mas existem outras faíscas que podem pegar fogo de verdade. Por se tratar de um livro YA leve, confesso que fiquei na vontade de ver um pouco mais sobre os relacionamentos - não só os amorosos - no livro, assim como as cenas de ação mais descritas. Isso não tira o brilho do que foi escrito, mas me faz perguntar se a autora poderia explorar mais de seus personagens, mesmo dentro do recorte, pois a história tem todo potencial e não é para um público tão novinho assim. 

A evolução dos personagens em geral é muito boa. Lancelot tem meu coração, com toda sua fidelidade. As cenas de interação com Guinevere são muito boas, a amizade que se expande, vai se tornando cada vez mais interessante. Mordred também está mais presente e a evolução dele cria um clima de dualidade ainda melhor que no primeiro livro e Arthur entende de fato o peso de ter a coroa em sua cabeça. Vemos os personagens crescendo, mas é uma série que mesmo que tenha romance, política, magia e vingança, seu foco está no desenvolvimento das personagens femininas o que é muito gostoso de acompanhar. 

Vale avisar que o ritmo é um pouco mais lento que o do primeiro livro, e a fórmula se repete: o final é cheio de cenas rápidas e cheias de informação. O leitor vai se fazer tantas perguntas quanto a própria Guinevere, que, mesmo tendo revelações e conhecendo um personagem importante, segue em busca de quem ela realmente quer ser, depois de seguir de acordo com o que foi planejado para ela. Se libertar dessas amarras é como a magia, tem seu preço. Qual o seu papel em toda essa história? Ela é mais uma peça no tabuleiro, ou está pronta para realmente ser uma rainha? Só nos resta aguardar por 2021 e torcer para uma boa conclusão de “As novas lendas de Avalon”


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